quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

HIPERTEXTO O QUE É ?

O hipertexto é  definido como um conjunto de dados ligados entre si por conexão, que podem ser palavras, imagens, gráficos seqüências sonoras, etc.
 A compreensão do conceito do hipertexto se dá com o conhecimento de alguns conceitos elementares e a forma como o hipertexto difere dos documentos em papel a que   estamos habituados. 
 Ele possibilita a livre escolha do caminho a ser percorrido pelo usuário, agregando-se recursos como sons, imagens, animação tornando-se a consulta mais fácil e atraente, podendo ser usado para disponibilizar a informação em catálogo de produtos, apresentação de empresas, softwares educacionais, publicação na Internet, Helps nos CD ROMs, Windows, e outras aplicações.

SUA  ORIGEM
 O termo hipertexto foi criado no início os anos 60 por Theodore Nelson, para exprimir a idéia de escrita/leitura não linear, em um sistema de informática.
Recentemente tem sido empregado o termo HIPERDOCUMENTO que ressalta a utilização de múltiplos recursos de mídia num único documento em busca dissociar a idéia de apresentação textual da informação.

DIFERENÇAS ENTRE HIPERTEXTO E O LIVRO

 FORMA DE LEITURA
·        Livro - sequência linear; notas na margem do texto; dobra de folha para marcar a página que está lendo.

·        Hipertexto-  seqüência lógica; acesso a informação; facilidade de leitura; possibilidade de alteração; inserção no texto sem alteração do contexto; marcadores; bookmarks; custo de  duplicação; custo de criação.
        

O HIPERTEXTO NA INTERNET

WWW, hipertexto e hipermídia são acrônimos para "World Wide Web" .
  
OBJETIVO A ESSE CONCEITO

  • permitir que o leitor possa desviar o fluxo da leitura para os assuntos referidos, no texto com o intuito de aprofundar a compreensão do texto inicial.


SUAS CARACTERÍSTICAS 

  •  Simultaneidade de produção e circulação. O hipertexto produz um elemento novo que e a simultaneidade da produção e da circulação do hipertexto. Essa estrutura é veloz e a amplitude supera de forma qualitativa e quantitativa o fenômeno da transmissão oral;

  •  Ausência de limites O hipertexto é ilimitado, porém isso não corresponde a uma infinidade de linguagens disponível na tela do computador, mas a uma construção de vários significado para cada sentido que as contornam. 

  •  Multilinearidade e fragmentação As questões relativas a Multilineaidade e fragmentação ao que se parece ser é uma das características mas salientes da hipertexto. A ela é associada toda a discussão entre o centro e o descentramento, construção e desconstrução de tal forma que a própria matéria do hipertexto fica escondida de baixo de conceitos e preconceitos. 

  •  Interatividade É possível amplia-se os elementos disponíveis ao mesmo tempo na superfície do hipertexto, imagens, enciclopédias. Como conseqüência temos o sensível aumento do papel casual, dando ao leitor a pouca confortável sensação do seu domínio sobre o hipertexto, que no final é máxima.

http://pt.shvoong.com/internet-and-technologies/1794880-que-%C3%A9-hipertexto/  Publicado em: março 26, 2008
       Escrito por :Luli Sampa

O RÁDIO NA ESCOLA PODE SER UTILIZADO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM?


APRESENTAÇÃO

O tema “rádio na escola como um instrumento de ensino-aprendizado” apresentado na disciplina de Tecnologia da Informação e da Comunicação como Apoio Educacional como uma possibilidade de explorar de um assunto  em  espaço virtual, aprendizagem e método de avaliação  da disciplina.
A produção de Web Quest tem surgido no ambiente da rede mundial internet como uma nova forma e possibilidade de se realizar uma pesquisa de maneira  rápida e  moderna  onde se consegue atingir uma grande parte da população democraticamente e assim atingir o objetivo da pesquisa.
Frisamos que com a realização desta web Quest pretendemos alem de saber  até que ponto o rádio pode ser utilizado na escola  como instrumento do ensino aprendizagem também procuraremos um melhor entendimento  sobre esta metodologia e técnica de pesquisa e a sua  fundamental importância.
Com este objetivo realizamos uma pesquisa por sites na internet onde pudéssemos ler a respeito de projetos envolvendo radio no  processo de ensino-aprendizagem  e  os resultados obtidos de sua influencia na vida da comunidade intra-escolar.  Também realizamos uma busca por vídeos e blogs onde pudemos encontrar a fundamentação para  a construção desta pesquisa.


DESENVOLVIMENTO

O rádio na escola

Os meios de comunicação são processos eficientes de educação informal, porque ensinam de forma atraente e voluntária. Conforme Moran (1993) “os meios de comunicação desempenham também um importante papel educativo, transformando-se, na prática, numa segunda escola, paralela à convencional”.
Sabemos que o ambiente escolar é composto por indivíduos com as mais variadas experiências de vida e formação que possibilitará a participação de todos num projeto como a “o rádio na escola”, que pode ser desenvolvido coletivamente pela comunidade escolar, uma vez que produzir uma programação de rádio em escolas é uma tarefa que requer empenho e dedicação de todas as pessoas envolvidas.
 Tendo em vista que o principal objetivo da rádio na escola é dar suporte para que todos conquistem autonomia no fazer pedagógico, se faz necessário que estes tenham uma preparação que ofereça condições de participação no desenvolvimento das ações, uma vez que num projeto como este, é possível que os educandos, participantes do processo, sintam-se inseguros a partir do momento que assumem tal responsabilidade, pois ainda não se conscientizaram que são capazes de gerar informação e promover mudanças no ambiente onde estão inseridos. O rádio como meio transformador da realidade enquadra-se no cenário escolar como fonte de propagação do discurso democrático. Sem a necessidade expor a palavra por meio da linguagem escrita, o emissor expressa-se verbalmente, usando do seu regionalismo, gírias e intimidade com o receptor, já a mensagem é dirigida àqueles que convivem diariamente com estudantes envolvidos na proposta pedagógica
Por ser um meio de comunicação de baixo custo, possuir uma linguagem coloquial e ter uma proximidade com o ouvinte, o rádio é considerado por muitos estudiosos como um meio que mais se aproxima da realidade da escola. Ele poderá promover a interação entre a comunidade escolar e possibilitar que o educando seja protagonista de uma ação pedagógica. Por meio dos recursos oferecidos pelo rádio o aluno passa a interagir com o meio no qual está inserido, criando um ambiente propício para expor e discutir idéias com os membros da escola. Conforme MARCELO (p. 3) “a aplicação de técnicas radiofônicas na escola tem como objetivo contribuir para com a formação de futuros cidadãos críticos e conscientes, capazes de interferir e promover mudanças fundamentadas no esforço coletivo”.
Portanto a introdução da linguagem radiofônica e de seus meios de produção em comunidades específicas contribue para a promoção da cidadania e do processo de informação e formação do ser humano. No ambiente escolar, o rádio age como propagador e difusor da cultura local, tornando se forte aliado no processo de formação dos educandos. Para tal finalidade, conta também com a interferência da comunidade externa, que é fundamental para a interação e a troca de conhecimento acumulado. Esse intercâmbio por meio do uso de um meio de comunicação social, no caso o rádio, estimula a troca de experiência e favorece a aproximação e o convívio com a instituição de ensino, pois a realidade escolar nada mais é que o reflexo das interferências sociais.
Diante disso, convém dizer que cabe aos educadores desenvolver projetos que visem o desenvolvimento do educando, pois apesar da tentativa de adequação a realidade e a evolução tecnológica, a escola ainda pode ser considerada refém de modelos padronizados e métodos de educação, na maioria das vezes distantes da realidade dos educandos.


CONCLUSÃO

O rádio é um meio de comunicação de massa popular que permite o alcance de qualquer pessoa, por ter custos baixos e ser de fácil compreensão. Por não se tratar de um formato novo e desconhecido da sociedade, pode haver fácil aceitação das escolas, professores e alunos como recurso metodológico alternativo.
Com o avanço das tecnologias na sociedade contemporânea, estas foram adotas por muitas escolas, e desta forma servindo como apoio pedagógico no ensino aprendizagem.
Nesse sentido acreditamos que a rádio como um meio de comunicação pode usar sua influencia de transmissora de informação e cultura também para educar e assim, explorar conteúdos de forma criativa e interessante. O rádio como instrumento didático, propõe a aproximação de professores e alunos de uma nova forma de ensino-aprendizagem.

REFERÊNCIAS

MARCELO, Adriana Rabelo Rodrigues . Radio na escola: o jornalismo como ferramenta no processo de ensino/aprendizagem.UNITAU – SP.

FERNANDES, Siddharta; SILVA, Marco. Rádio online na escola: interatidade e cooperação no ambiente de aprendizagem.UNESA

MORAN, José Manoel. Ensino e aprendizagem inovadores com tecnologias. Porto Alegre, vol. 3, n.1 (set. 2000) UFRGS. Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação, pág. 137-144.
Disponível em: http://www.eca.usp.br/prof/moran/inov.htm <acesso em 12/11/2010>


quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Contação de História no CRIARTE com Fabiano Moraes

Na tarde do dia 14-10-10 o renomado contador de história Fabiano Moraes esteve  abrilhantando a Festa  de Comemoração  pelo Dia das Crianças no CRIARTE – Centro de Educação Infantil/UFES vinculado  ao Centro de Educação da UFES e situado no Campus desta Universidade  em Goiabeiras - Vitória-ES.

Na oportunidade Fabiano Moraes reconhecido e premiado nacional e internacionalmente presenteou a todos os presentes com algumas histórias de seu delicioso repertório como a Novela da Bruxa da Panela e tantas outras mais. O sucesso foi absoluto como era esperado.

Conheça mais sobre a trajetória o Fabiano Moraes e seu trabalho visitando seu   sitte    http://www.fabianomoraes.com.br/

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Compreendendo o conceito de WebQuest

O conceito de webquest foi criado em 1995 pelo professor Bernie Dodge, da universidade estadual da Califórnia, EUA, como proposta metodológica para usar a Internet de forma criativa. Conforme o autor “ Webquest é uma atividade investigativa, em que alguma ou toda a informação com que os alunos interagem provém da Internet.". Ao cria-la, deve se considerar a seguinte estrutura: introdução, tarefa, processo, recursos, avaliação e conclusão.
A Webquest parte de um tema e propõe uma Tarefa, que envolve consultar fontes de informação especialmente selecionadas pelo professor. Pode ser usados como fonte pesquisa ou recursos, livros, vídeos, entrevistas encontrados também nos sites ou páginas da Web.
Bernie Dodge divide a webquest em dois tipos: webquest curta e longa, ligados à duração do projeto e à dimensão de aprendizagem envolvida.

Para maiores informações sobre o tema acessar : http://webquest.sp.senac.br/textos

MÚLTIPLAS LINGUAGENS DE MENINOS MENINAS NO COTIDIANO DA ED.INFANTIL

Márcia Gobbi1mgobbi@
usp.br
Desde que nascem as crianças estão mergulhadas em contextos sociais diversos que lhes
apresentam aromas, sons, cores, formas, texturas, gestos, choros e variadas
manifestações culturais e expressivas que, em profusão, anunciam o mundo.
Sabe-se que a infância é uma construção social e histórica. Neste período da
vida, meninos e meninas são considerados sujeitos históricos e de direitos, o que
constitui formas de estar no mundo manifestas nas relações e práticas diárias por elas
fazem parte diversos, quee neste ato certa seus direitos.
vivenciadas, experimentando a cada instante suas brincadeiras, invenções, fantasias,
desejos que lhes permitem construir sentidos e culturas das quais
permitindo-nos afirmar que são ativos, capazes, com saberes se
manifestam com riqueza demonstrando suas capacidades de compreender e expressar o
mundo.
Crianças brincam individual ou coletivamente experimentam e
descobrem a vida que pulsa em diferentes ritmos a partir das linguagens com as quais
aprendem a relacionar-se com os outros: trata-se da extraordinária capacidade em
provar a vida de modo intenso, com tudo o que isso envolve, tais como, confrontos,
tristezas, alegrias, amizades, tensões. Capazes que as crianças são de materializar suas
idéias, ainda que tantas vezes incompreensíveis aos adultos, os pequenos exibem amplo
interesse sobre todas as coisas, estendendo um amplo espectro que vai das questões
sobre a natureza humana àquelas voltadas para demais aspectos da vida. As idéias das
crianças, quando ouvidas, nos mostram que “um mais um pode ser muito mais que
dois”, como ensinam alguns artistas ou mesmo que é possível formular conhecimentos e
saberes muito além das linguagens verbais ou escritas. Essas crianças altamente capazes
e desejosas de expressar-se utilizam diferentes linguagens, contudo, não são raras as
ocasiões em que encontram resistência às suas manifestações expressivas
(desenhos, pinturas, esculturas, dança), nem sempre compreendidas pelas instituições
pré-escolares ou creches que freqüentam. O espaço da padronização nem sempre
reconhece como direito as expressões das crianças. Afinal, como trabalhar objetivando
garantir as criações de meninos e meninas? Como contrapor-se aos espaços cerceadores
das capacidades criativas das crianças? Como incentivá-las a explorar os ambientes e
expressarem-se com palavras, gestos, danças, desenhos, teatro, música, sem recriminar
os choros e o aparente excesso de movimentos? Há nisso um grande desafio a ser
enfrentado quando se quer construir uma educação infantil de qualidade e que respeite
Sabemos que as crianças expressam-se utilizando várias linguagens, com as
quais constroem a si mesmas e as culturas nas quais estão inseridas levando-as ao
encontro entre palavras, choros, sons, movimentos, traçados, pinturas, todos imbricados
em ricas manifestações, mas que, por vezes, encontra-se enfraquecida no cotidiano
infantil devido à ausência de propostas, que mesmo simples, procurem garantir
processos de criação em que os questionamentos, a busca criativa por diferentes
materiais, o respeito pelo trabalho individual e coletivo, estejam presentes. Cabe aos
adultos, junto com seus pares e as crianças, criarem espaços no cotidiano de creches e
pré-escolas em que as manifestações infantis estejam presentes sendo compreendidas

Leia o artigo  na  íntegra , acesse em  http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=15860&Itemid=1096

RÁDIO ESCOLAR - ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA IRMÃ MARIA TERESA



Bastante interessante as discuções postadas em coments do video em http://www.youtube.com/watch?v=hxpm3uTH0rI&feature=related  confiram !!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

A RÁDIO NA ESCOLA: UMA PRÁTICA EDUCATIVA EFICAZ

A escola da contemporaneidade deixou de ser o local exclusivo do saber.
Hoje nos deparamos com diversos saberes e conhecimentos, difundidos pelas novas tecnologias da comunicação, que invadem o nosso cotidiano.
Um dos desafios da escola é procurar maneiras mais criativas de interação com as linguagens das mídias no contexto escolar, integrando a cultura tecnológica no espaço educativo, desenvolvendo nos alunos habilidades para utilizar os instrumentos dessa cultura. Deixar de ser somente conteudista e trabalhar
outras linguagens.

A autora Assumpção aborda em seu artigo a relevância da Comunicação e da Educação na sociedade globalizada.
A escola da modernidade não pode mais desconsiderar ou ignorar a onipresença das mídias no cotidiano do educando. Elas se apresentam ao aluno como escola sem paredes porque são atraentes, agradáveis, envolventes, sedutoras e incondicionais, pois nada exigem de seu usuário. Procuram, apenas, seduzi-lo mediante as suas linguagens específicas. Por esta razão, a escola precisa, urgentemente, repensar o seu papel educativo frente às tecnologias da comunicação.

A escola não pode desconsiderar ou negar a presença das mídias no cotidiano dos alunos. As novas
tecnologias fazem parte do mundo da escola, do educando e do educador. Todos vivem e convivem numa
sociedade movida pela informação. O rádio, como as outras mídias eletrônicas, é mais dinâmico, atraente,
sedutor e rápido do que a dinâmica escolar.

Hoje, o professor precisa conhecer outras linguagens, e o educando, saber ler e produzir textos
sonoros, imagéticos, escritos e hipertextos. A leitura e a produção desses textos conduz o aluno à compreensão das linguagens jornalística, radiofônica, televisiva e do computador (radiojornal, telejornal, jornal impresso e jornal “on line”), levando-o a distinguir e compreender o discurso simbólico. Segundo Nidelcoff (1991), um outro ver, compreender e interpretar a sociedade globalizada.

A autora também destaca, experiências com rádio nas instituições educacionais de alguns estados brasileiros, mostrando como a escola pode utilizar a rádio na sua prática pedagógica.

     Autora do artigo publicado: ZENEIDA ALVES DE ASSUMPÇÃO

Para saber mais acesse http://www.unitau.br/scripts/prppg/humanas/download/aradioescola