A criação deste Blog deu-se com a junção do desejo de construção de um espaço que possibilitasse a públicação, a divulgação e o debate sobre a temática Produção de Texto e a Contação de Histórias na Educação Infantil e Ensino Fundamental e a proposta da elaboração de um Blog pela Professora da Universidade Federal do Espirito Santo-UFES, a Ms.Daysa Teixeira fiel incentivadora das TIC's nos cursos de graduação favorecendo a autoria na formação de Educadores.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Contação de História no CRIARTE com Fabiano Moraes
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Compreendendo o conceito de WebQuest
MÚLTIPLAS LINGUAGENS DE MENINOS MENINAS NO COTIDIANO DA ED.INFANTIL
usp.br
apresentam aromas, sons, cores, formas, texturas, gestos, choros e variadas
manifestações culturais e expressivas que, em profusão, anunciam o mundo.
vida, meninos e meninas são considerados sujeitos históricos e de direitos, o que
constitui formas de estar no mundo manifestas nas relações e práticas diárias por elas
fazem parte diversos, quee neste ato certa seus direitos.
vivenciadas, experimentando a cada instante suas brincadeiras, invenções, fantasias,
desejos que lhes permitem construir sentidos e culturas das quais
permitindo-nos afirmar que são ativos, capazes, com saberes se
manifestam com riqueza demonstrando suas capacidades de compreender e expressar o
mundo.
descobrem a vida que pulsa em diferentes ritmos a partir das linguagens com as quais
aprendem a relacionar-se com os outros: trata-se da extraordinária capacidade em
provar a vida de modo intenso, com tudo o que isso envolve, tais como, confrontos,
tristezas, alegrias, amizades, tensões. Capazes que as crianças são de materializar suas
idéias, ainda que tantas vezes incompreensíveis aos adultos, os pequenos exibem amplo
interesse sobre todas as coisas, estendendo um amplo espectro que vai das questões
sobre a natureza humana àquelas voltadas para demais aspectos da vida. As idéias das
crianças, quando ouvidas, nos mostram que “um mais um pode ser muito mais que
dois”, como ensinam alguns artistas ou mesmo que é possível formular conhecimentos e
saberes muito além das linguagens verbais ou escritas. Essas crianças altamente capazes
e desejosas de expressar-se utilizam diferentes linguagens, contudo, não são raras as
ocasiões em que encontram resistência às suas manifestações expressivas
(desenhos, pinturas, esculturas, dança), nem sempre compreendidas pelas instituições
pré-escolares ou creches que freqüentam. O espaço da padronização nem sempre
reconhece como direito as expressões das crianças. Afinal, como trabalhar objetivando
garantir as criações de meninos e meninas? Como contrapor-se aos espaços cerceadores
das capacidades criativas das crianças? Como incentivá-las a explorar os ambientes e
expressarem-se com palavras, gestos, danças, desenhos, teatro, música, sem recriminar
os choros e o aparente excesso de movimentos? Há nisso um grande desafio a ser
enfrentado quando se quer construir uma educação infantil de qualidade e que respeite
encontro entre palavras, choros, sons, movimentos, traçados, pinturas, todos imbricados
em ricas manifestações, mas que, por vezes, encontra-se enfraquecida no cotidiano
infantil devido à ausência de propostas, que mesmo simples, procurem garantir
processos de criação em que os questionamentos, a busca criativa por diferentes
materiais, o respeito pelo trabalho individual e coletivo, estejam presentes. Cabe aos
adultos, junto com seus pares e as crianças, criarem espaços no cotidiano de creches e
pré-escolas em que as manifestações infantis estejam presentes sendo compreendidas
Leia o artigo na íntegra , acesse em http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=15860&Itemid=1096
RÁDIO ESCOLAR - ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA IRMÃ MARIA TERESA
Bastante interessante as discuções postadas em coments do video em http://www.youtube.com/watch?v=hxpm3uTH0rI&feature=related confiram !!
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
A RÁDIO NA ESCOLA: UMA PRÁTICA EDUCATIVA EFICAZ
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Uma Centopéia muito Especial
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
A Galinha Pintadinha 2 (mestre andre)
Os Softwares Educacionais na escola
- O processo didático parte da realidade percebida em sua relação com as expectativas e objetivos?
- Os recursos favorecem a ação-mediação do professor?
Perguntas a serem feitas quanto a aprendizagem
- O software agrega valor à capacidade de aprender e de perguntar?
- Possibilita simulações e interações?
- Contribui para a análise e teste de hipóteses?
- Apresenta indicadores para auto-avaliação?
- Proporciona atividade independente?
Conhecendo alguns conceitos e definições sobre Softwares Educacionais:
- Tutoriais: Possibilitam acesso ao conteúdo didático por meio de ícones, ao dar uma informação ao aluno o programa também faz perguntar a ele a fim de verificar a sua compreensão sobre a temática proposta e com isso tenta garantir a não passividade do aluno ao reagir as perguntas e resposta a medida que estas são apresentadas.
- Exercício ou prática: Estes programas são para exercitar conteúdos previamente dados ao aluno pelo professor, neste tipo de software as respostas tem a possibilidade de serem corrigidas simultaneamente e também armazena dados em seu banco para consultas posteriores.
- Demonstração: com baixo nível de interatividade este programa em geral só permite ao aluno apenas vislumbrar na tela o resultado com as hipóteses solicitadas apresentadas por meio de recursos gráficos com som e cores conteúdos como os de química, física e conceitos matemáticos sem, no entanto, permitir a interferência do aluno.
- Simulação: Estes softwares apresentam em suas telas, gráficos e imagens animadas, estes gráficos são bastante úteis quando não se tem a possibilidade de experiência com a situação real, em ambiente controlado como laboratórios o aluno pode, por exemplo, simular a implosão de um edifício, uma viagem à lua e ao entorno da terra e a construção de uma ponte sem os custos e os riscos que estas operações acarretariam alem de outras questões como a quase total improbabilidade de se realizar feitos como estes em situação real, com isto o software simulação permite o aprimoramento do raciocínio lógico, matemático e a capacidade de resposta frente a situações problemas.
- Jogos: Estes softwares podem por meio de regras previamente conhecidas pelo jogador aluno se chegar a um objetivo, geralmente os jogos são tem maior interatividade. Em jogos como o videogame pode-se trabalhar problemas com lateralidade, coordenação motora e reflexibilidade do aluno, jogos como xadrez ou gamão o aluno tem a oportunidade de interferir com raciocínio lógico-matemático e estratégico, já nos jogos de aventura o aluno se apropria de um espaço geográfico e histórico sendo ele mesmo protagonista de sua aprendizagem.
Avaliação quanto ao Aspecto Técnico:
Referencias:
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
sábado, 9 de outubro de 2010
O que é virtual?
- Entro apressada e com muita fome na confeitaria. Escolho uma mesa bem afastada do movimento, pois quero aproveitar a folga para comer e passar um e-mail urgente para meu editor.
Peço uma porção de fritas, um sanduíche de rosbife e um suco de laranja.
Abro o lap-top. Levo um susto com aquela voz baixinha atrás de mim.
- Tia, dá um trocado?
- Não tenho, menino.
- Só uma moedinha para comprar um pão.
- Está bem, compro um para você.
- Minha caixa de entrada está lotada de e-mails. Fico distraída vendo as poesias, as formatações lindas. Ah! Essa música me leva a Londres.
- Tia, pede para colocar margarina e queijo também.
Percebo que o menino tinha ficado ali.
- Ok. Vou pedir, mas depois me deixa trabalhar, estou ocupadíssima.
Chega minha refeição e junto com ela meu constrangimento.
Faço o pedido do guri, e o garçom me pergunta se quero que mande o garoto ir "a luta ".
Meus resquícios de consciência, me impedem de dizer.
Digo que está tudo bem. Deixe-o ficar. Que traga o pedido do menino.
- Tia, você tem Internet?
- Tenho sim, essencial ao mundo de hoje.
- O que é Internet?
- É um local no computador, onde podemos ver e ouvir muitas coisas, notícias, músicas, conhecer pessoas, ler, escrever, sonhar. Tem de tudo no um mundo virtual.
- E o que é virtual?
Resolvo dar uma explicação simplificada, na certeza que ele pouco vai entender e vai me liberar para comer minha deliciosa refeição, sem culpas.
- Virtual é um local que imaginamos, algo que não podemos pegar, tocar. é lá que criamos um monte de coisas que gostaríamos de fazer. Criamos nossas fantasias, transformamos o mundo em quase como queríamos que ele fosse.
- Legal isso. Adoro!
- Menino, você entendeu que é virtual?
- Sim, também vivo neste mundo virtual.
- Nossa! Você tem computador?
- Não, mas meu mundo também é desse jeito ....Virtual.
- Minha mãe trabalha, fica o dia todo fora, só chega muito tarde, quase não a vejo, eu fico cuidando do meu irmão pequeno que chora de fome e eu dou água para ele imaginar que é sopa, minha irmã mais velha sai todo dia, diz que vai vender o corpo, mas não entendo pois ela sempre volta com o corpo, meu pai está na cadeia há muito tempo, mas sempre imagino nossa família toda junta em casa, muita comida, muitos brinquedos, ceia de natal e eu indo ao colégio para virar médico um dia. Isso é virtual não é tia???
- Fechei meu lap top, não antes que lágrimas caíssem sobre o teclado. Ali, naquele instante, tive a maior prova do virtualismo insensato que vivemos todos os dias, enquanto a realidade cruel nos rodeia de verdade e não percebemos!!!
OBS: que esta pergunta sirva para uma profunda reflexão em nossas vidas.
FAÇA A SUA PARTE. NÃO VIVA UM MUNDO VIRTUAL MAS SIM NUM MUNDO NATURAL EM QUE VOCÊ SÓ É O PARTICIPANTE QUE FAZ A DIFERENÇA.
QUE DEUS TE ABENÇOE
(Rosa Pena)
Enviado por: Sonia
Suas palavras são importantes - Envie sua história - ou dê um significado para uma palavra.
http://www.viaki.com/home/pensamentos/virtual.php
Booktrailer O Tubarão na Banheira
A Literatura Infantil é sempre deliciosa de se ouvir e maravilhosa para quem gosta de contar,
estes agora chamados contadores de histórias são antes de tudo mais um personagem a povoar o imaginário do infantil. Quem nunca começou a contar uma historia com inicio, meio e fim e quando se deu conta alguma criança já a havia subvertido rompendo a ordem dos fatos, impondo novas cenas e verdades? É por isso e tão somente por isso que a nosso ver o educador passa de contador de história para se tornar Inventadeiro de histórias.
Recorro às palavras de Walter O. Kohan na tentativa de traduzir os sentimentos que nos moveram para a escolha deste tema:
Walter O. Kohan (org.)2004
Entendendo Aqui, não uma sentença em um texto mais um “lugar-espaço-tempo”, de se viver a infância sendo inventadeiros da nossa própria história e de todas mais que forem inventadas e assim buscar um entendimento um pouco maior do universo infantil e as demandas por ele suscitadas.


